O aumento da circulação do sarampo nas Américas e o intenso fluxo internacional de viajantes em 2026 acenderam o alerta das autoridades brasileiras para o risco de transmissão da doença. Em São Paulo, 23 casos foram confirmados neste ano, segundo a Secretaria de Estado da Saúde.
Diante do cenário, o Ministério da Saúde reforçou a vacinação e as ações de vigilância epidemiológica em municípios da Grande São Paulo.
O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, transmitida principalmente pelo ar e por secreções respiratórias. Entre os principais sintomas estão febre alta, manchas vermelhas pelo corpo, tosse seca, conjuntivite e mal-estar intenso. As manchas geralmente começam no rosto e atrás das orelhas e depois se espalham pelo corpo.
A doença pode evoluir para complicações graves, como pneumonia, otite e encefalite, especialmente entre crianças pequenas e pessoas que não estão imunizadas.

Vacinação é a principal forma de prevenção
A imunização é considerada a principal medida para evitar a doença e interromper a circulação do vírus. Pelo calendário de rotina, as crianças devem receber a primeira dose aos 12 meses e a segunda aos 15 meses.
Em situações de risco epidemiológico, crianças de 6 meses a menores de 1 ano podem receber a chamada dose zero. A aplicação antecipada, porém, não substitui as doses previstas no calendário regular.
Em caso de febre alta acompanhada de manchas vermelhas, tosse ou conjuntivite, a orientação é procurar atendimento médico, principalmente quando houver histórico de viagem ou contato com pessoas que possam ter sido expostas ao vírus.
Fonte: Ministério da Saúde e Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.


