‘Movimento Justiça por Elas’ é lançado para conscientizar e prevenir feminicídios no Brasil

FOTO: Divulgação/ Presidente da Associação Força e União das Mulheres (AFUM), Camila Cabral, e a embaixadora Mariza Nascimento Lima Alves

Abaixo-assinado prevê coletar 100 mil assinaturas e será protocolado em Brasília para combater o crime de gênero e a violência doméstica

Redação

No início de março foi lançado o “’Movimento Justiça por Elas’, um abaixo-assinado que coletará 100 mil assinaturas com o objetivo de conscientizar, prevenir e combater crimes de feminicídio no País. Para participar, basta acessar o link https://c.org/bTQPNkbcDm e se juntar às milhares de pessoas no combate a este crime que vem crescendo no Brasil.

A ação foi idealizada pela empresária e presidente da Associação Força e União das
Mulheres (AFUM), Camila Cabral, com sede em São Bernardo e tem como principal embaixadora Mariza Nascimento Lima Alves, mãe de Mariane Lima Alves, de 27 anos, morta a tiros pelo ex-marido, em casa,após uma discussão no dia 17 de fevereiro, na cidade de São Bernardo do Campo, na região do Grande ABC.

“É preciso exigir que as leis tenham efetividade e protejam as mulheres que são vítimas de violência doméstica. Com a punição adequada, a sensação de impunidade dará lugar às denúncias e à criminalização dos culpados, salvando a vida de milhares de mulheres em risco, que sofrem caladas e engrossam as trágicas estatísticas de crime de gênero, como é o caso da jovem Mariane e de tantas outras mulheres Brasil afora”, destaca Camila Cabral.

Segundo Mariza, a adesão ao movimento é uma forma de evitar que outras mães passem pela dor do luto que ela própria enfrenta agora. O ato simbólico deve gerar impacto no Poder Público, a partir da mobilização social de homens e mulheres.

“Vamos coletar o máximo de assinaturas para, depois, protocolar em Brasília. Com esta mobilização, pressionaremos os governos municipal, estadual e federal para que façam as leis serem cumpridas e para que aprovem projetos de leis que auxiliam no combate à violência doméstica e aos feminicídios”, sustenta a presidente da AFUM.

A iniciativa conta com a adesão de autoridades e personalidades que simpatizam com o tema e lutam pelo fim da impunidade e por mais respeito e tolerância. Nomes como Mona Guiselini, Kell Cesar, Daly Priscila, Dra. Fabiana Polis, Jacqueline Meirelles, Marília Miranda, entre outros, figuram no documento.

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