Tecnologia passa a operar, a partir de 15 de março, em novos bloqueios da Estação da Luz e nas estações Autódromo e Jardim Belval, antecipando cronograma previsto para o segundo semestre
Redação
A partir de 15 de março, a Autopass e a CPTM ampliam a disponibilidade do pagamento por aproximação (EMV) no sistema de trens metropolitanos de São Paulo com a habilitação da tecnologia em novos bloqueios da Estação da Luz e nas estações Autódromo (Linha 9-Esmeralda) e Jardim Belval (Linha 8-Diamante).
A expansão ocorre antes do cronograma inicialmente previsto para o segundo semestre de 2026 e reflete a evolução da implantação da tecnologia no sistema metroferroviário. Um dos principais pontos de integração da mobilidade da capital, a Estação da Luz passa a contar com a funcionalidade no acesso pelo Boulevard João Carlos Martins.
A estação Jardim Belval, por sua vez, é um dos principais pontos de embarque e desembarque para o público que se dirige à Arena Barueri em dias de jogos e eventos esportivos. Já a estação Autódromo ganha relevância neste período por atender o fluxo de passageiros que se deslocam para a região de Interlagos durante grandes eventos, como o festival Lollapalooza.
A solução integra o ecossistema do sistema de bilhetagem TOP, plataforma operada pela Autopass na capital e região metropolitana, e permite que os passageiros utilizem cartões de crédito ou débito por aproximação, celulares e relógios inteligentes diretamente nos bloqueios. O modelo funciona de forma integrada às demais opções de acesso já disponíveis, como cartão TOP, Bilhete Único e bilhetes digitais via QR Code.
“A Autopass já opera um modelo unificado de aceitação de meios de pagamento nos bloqueios do sistema metroferroviário de São Paulo. Cartões de transporte, como TOP e Bilhete Único, e cartões bancários por aproximação são processados no mesmo validador, que registra milhões de transações diariamente”, afirma Bruno Berezin, CEO da Autopass.
“A antecipação dessa etapa mostra que o modelo vem sendo bem aceito pelos passageiros e que a infraestrutura tecnológica já está pronta para suportar a expansão. Do ponto de vista técnico, não há necessidade de substituição de equipamentos, pois os bloqueios já estão preparados para processar diferentes meios de pagamento na mesma plataforma. Toda base tecnológica já está preparada para sustentar novos avanços”, completa.
Eficiência operacional e experiência do passageiro
Além de ampliar as opções de pagamento, o modelo unificado contribui para a segurança do passageiro e a redução de custos operacionais ao eliminar a necessidade de estruturas dedicadas para cada meio de acesso. Essa racionalização permite direcionar recursos para novos investimentos em inovação e na melhoria contínua da experiência do cidadão, com jornadas mais rápidas, digitais e integradas ao sistema financeiro, além de agilizar o embarque e reduzir filas, simplificando a operação.
A iniciativa está alinhada às discussões conduzidas com a ABASP sobre modernização, interoperabilidade e evolução dos sistemas de mobilidade urbana. Essa evolução é consolidada pela parceria entre a CPTM e a Autopass, que trabalham conjuntamente para integrar o pagamento por aproximação ao ecossistema de bilhetagem TOP, garantindo agilidade no embarque e uma experiência mais digital aos passageiros.


