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Engenheiras da Braskem no ABC destacam o protagonismo da ciência na transformação da indústria química no Dia Mundial das Mulheres e Meninas na Ciência

FOTO: Divulgação/Ana Nathalia Mcagnam e Maiara Santos da Silva

Ana Nathalia Macagnam e Maiara Santos da Silva reforçam como conhecimento técnico, análise de dados, digitalização e visão sistêmica são pilares para segurança, eficiência energética e avanço da economia circular

Estabelecido em 2015 pela ONU e celebrado em 11 de fevereiro, o Dia Mundial das Mulheres e Meninas na Ciência reforça a importância de ampliar a presença feminina nas áreas científicas e tecnológicas. No Polo Petroquímico do Grande ABC, Ana Nathalia Macagnam e Maiara Santos da Silva, duas engenheiras da Braskem, representam, na prática, como a ciência é o alicerce da excelência operacional, da inovação e da sustentabilidade no setor químico

Na  petroquímica global que desenvolve soluções sustentáveis da química e do plástico para melhorar a vida das pessoas, as funcionárias são exemplos do protagonismo feminino. No ambiente petroquímico, onde processos são complexos e interdependentes, a ciência deixa de ser apenas fundamento conceitual e passa a ser instrumento decisório.

 “A ciência garante que nossas decisões sejam consistentes e fundamentadas. Ela está presente na avaliação de riscos, na otimização energética, na redução de desperdícios e no desenvolvimento de soluções mais eficientes e sustentáveis.”, afirma Ana Nathalia.

Na interface entre ciência e operação, o laboratório assume papel estratégico. Atuando no controle de qualidade, Maiara reforça que os dados analíticos produzidos diariamente são base para decisões que impactam diretamente a planta industrial. A leitura crítica de variabilidades, a investigação de causas e a interpretação sistêmica dos processos são competências que exigem domínio técnico e pensamento estruturado. “Entender como cada etapa do processo se conecta amplia nossa capacidade de propor soluções mais completas”, destaca.

A ciência também é protagonista na agenda de sustentabilidade da indústria química. Projetos voltados à eficiência energética, ao desenvolvimento de materiais de base biológica e ao avanço da economia circular demonstram como pesquisa e inovação caminham juntas para reduzir impactos ambientais e ampliar competitividade.

“O desenvolvimento de soluções como o plástico verde, produzido a partir de fonte renovável, é um exemplo claro de como ciência, tecnologia e responsabilidade ambiental convergem”, afirma Ana Nathalia. “Projetar processos com menor consumo energético, reduzir emissões e otimizar o uso de matérias-primas são desafios que só podem ser enfrentados com base científica sólida.”

Para as engenheiras, o futuro da indústria química será ainda mais orientado por dados, automação avançada, inteligência artificial, biotecnologia e química verde. A capacidade de integrar conhecimento técnico, tecnologia e visão sistêmica será determinante para consolidar modelos produtivos mais circulares e resilientes.

Para ambas, incentivar meninas e jovens mulheres a ingressarem na ciência é investir na construção de uma indústria mais inovadora, sustentável e conectada às demandas da sociedade. “A ciência precisa de diferentes perspectivas. Se há curiosidade e vontade de aprender, esse espaço também é seu”, reforçam.

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