FESPSP distribui livros para a população do Centro de São Paulo,
nesta quarta-feira (29), Dia Nacional do Livro
Professores, alunos e voluntários
percorrem as ruas da Vila Buarque até a Praça da República,
presenteando os caminhantes com obras de literatura e de ciências sociais
Nesta quarta-feira (29), a partir das 11h30, uma comitiva de professores, alunos, funcionários e voluntários da FESPSP (Escola de Sociologia e Política de São Paulo), percorrerá a Rua General Jardim, na Vila Buarque, no trajeto que vai da sede da Escola, no número 522, até a Praça da República, distribuindo mais de 1.000 livros entre romance, poesia, história, ciências política e sociais de autores clássicos como Machado de Assis, Mario de Andrade, Graciliano Ramos e contemporâneos. Desde que foi criado, há quase 20 anos, o Literatura Espalhada, projeto cidadão da FESPSP, já distribuiu mais de 100.000 livros para a população como forma de marcar o Dia Nacional do Livro, neste 29 de outubro (veja abaixo fotos de edições anteriores), e também o Dia Mundial, comemorado em abril.
Ao final do trajeto, moradores e frequentadores da Praça da República afloram como pessoas inteiras, lembra Eliana Asche, coordenadora pedagógica do Espaço Cultural FESPSP e idealizadora do Literatura Espalhada. “Às vezes eles contam, recitam ou leem imediatamente o que recebem em mãos, muitos com um certo deslumbramento pelas capas e páginas de papel impressas que folheiam e que lhes foram negadas em boa parte de suas vidas”.
A FESPSP realiza essa atividade porque acredita em seu impacto, afirma Eliana. A instituição entende que a leitura é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e desenvolvida. O simples ato de receber um livro na rua, de maneira espontânea, desencadeia uma série de ações: “incentiva o gosto pela literatura, promove a transformação individual e fortalece toda a cadeia do livro e das instituições culturais, como as bibliotecas públicas, na difusão da informação e do conhecimento”.
O Literatura Espalhada segue o exemplo de políticas criadas por Mário de Andrade que, ainda na primeira metade do século XX, idealizou formas de levar a literatura à população, por meio das bibliotecas públicas, dos carros-biblioteca e da promoção da leitura nos parques da cidade. Assim como naquele momento, o Literatura Espalhada busca democratizar o acesso ao livro e ao conhecimento, reforçando o papel transformador da cultura.Professores, alunos e voluntários
percorrem as ruas da Vila Buarque até a Praça da República,
presenteando os caminhantes com obras de literatura e de ciências sociais
Nesta quarta-feira (29), a partir das 11h30, uma comitiva de professores, alunos, funcionários e voluntários da FESPSP (Escola de Sociologia e Política de São Paulo), percorrerá a Rua General Jardim, na Vila Buarque, no trajeto que vai da sede da Escola, no número 522, até a Praça da República, distribuindo mais de 1.000 livros entre romance, poesia, história, ciências política e sociais de autores clássicos como Machado de Assis, Mario de Andrade, Graciliano Ramos e contemporâneos. Desde que foi criado, há quase 20 anos, o Literatura Espalhada, projeto cidadão da FESPSP, já distribuiu mais de 100.000 livros para a população como forma de marcar o Dia Nacional do Livro, neste 29 de outubro (veja abaixo fotos de edições anteriores), e também o Dia Mundial, comemorado em abril.
Ao final do trajeto, moradores e frequentadores da Praça da República afloram como pessoas inteiras, lembra Eliana Asche, coordenadora pedagógica do Espaço Cultural FESPSP e idealizadora do Literatura Espalhada. “Às vezes eles contam, recitam ou leem imediatamente o que recebem em mãos, muitos com um certo deslumbramento pelas capas e páginas de papel impressas que folheiam e que lhes foram negadas em boa parte de suas vidas”.
A FESPSP realiza essa atividade porque acredita em seu impacto, afirma Eliana. A instituição entende que a leitura é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e desenvolvida. O simples ato de receber um livro na rua, de maneira espontânea, desencadeia uma série de ações: “incentiva o gosto pela literatura, promove a transformação individual e fortalece toda a cadeia do livro e das instituições culturais, como as bibliotecas públicas, na difusão da informação e do conhecimento”.
O Literatura Espalhada segue o exemplo de políticas criadas por Mário de Andrade que, ainda na primeira metade do século XX, idealizou formas de levar a literatura à população, por meio das bibliotecas públicas, dos carros-biblioteca e da promoção da leitura nos parques da cidade. Assim como naquele momento, o Literatura Espalhada busca democratizar o acesso ao livro e ao conhecimento, reforçando o papel transformador da cultura.


