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Estados e Municípios não poderão dar incentivos às empresas, diz especialista no Ciesp Diadema sobre a Reforma Tributária

Imposto sobre Valor Agregado (IVA), é o novo imposto que irá unificar 5 tributos brasileiros a partir da Reforma Tributária; à Reforma Trabalhista, Reforma do Imposto de Renda e a CSLL também é aguardada

Na sede regional do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) em Diadema, foi realizada uma oficina sobre a Reforma Tributária, organizada pelo Ciesp, que contou com a participação de 100 pessoas, incluindo empresários, associados e profissionais liberais. O evento abordou temas cruciais como a competência tributária do IBS e CBS, destacando sua relevância para as indústrias. Gildo Freire de Araujo, empresário da Empresa Escritório Contábil Águia e ex-presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRCSP), foi homenageado como presidente benemérito da entidade, reconhecido por suas contribuições.

Gildo Freire de Araujo, especialista tributário que presidiu o Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRCSP), e recebeu o título de presidente benemérito da entidade, pelas realizações e conquistas à frente do Conselho.

A palestra enfatizou o impacto positivo do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), parte integrante da Reforma Tributária, por promover uma tributação mais justa e transparente, proporcionando segurança jurídica aos contribuintes. Araujo destacou que profissionais tributários enfrentarão desafios nos próximos dez anos, exigindo uma compreensão profunda da legislação para orientar negócios de maneira segura durante o período de transição.

A reforma também visa eliminar conflitos de competência entre Estados e Municípios, que atualmente oferecem incentivos fiscais para atrair empresas. Com a uniformização da legislação tributária, tais práticas serão eliminadas, beneficiando a equidade fiscal em todo o país.

Araujo mencionou ainda a implementação do IVA dual, que dividirá impostos entre Governo Federal, Estados e Municípios, além das perspectivas de reforma do Imposto de Renda e CSLL, e a incerteza em relação à Reforma Trabalhista.

Por fim, ele expressou preocupação com a retirada da opção de calcular encargos da folha de pagamento com base no faturamento das empresas, o que poderá resultar em aumento da carga tributária, impactando a economia tributária das empresas.

Este evento reforça a importância de estar atualizado e preparado para as mudanças significativas que a Reforma Tributária trará ao cenário empresarial e fiscal do Brasil.

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