Ações vão impactar áreas como saúde, infraestrutura, saneamento, mobilidade e segurança
Na manhã desta segunda-feira (19), o Consórcio Intermunicipal Grande ABC recebeu a visita do diretor de planejamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para uma conversa sobre as demandas e novas iniciativas para a região do Grande ABC.
“O doutor Nelson veio aqui fazer a reunião conosco, muito importante apresentar para os prefeitos, deputados aqui presentes. Falando das linhas de crédito do BNDES, desde a questão da PPP, de leilão e das cidades também que tem um projeto para apresentar, para que seja financiado pelo BNDES”, destacou Marcelo Oliveira, presidente do Consórcio.
Ao todo, devem ser investidos nos municípios cerca de R$ 30 bilhões, que serão divididos baseando nas demandas que cada cidade possui, seja ela na saúde, infraestrutura, saneamento, mobilidade urbana ou segurança. O presidente do Consórcio ainda pontuou que cada prefeito irá realizar um levantamento para mensurar áreas de investimentos.
“Tem R$ 30 bilhões de recursos para serem investidos nas cidades. Então ele apresentou uma planilha para nós, quais são as áreas, de meio ambiente, saúde, mobilidade urbana, videomonitoramento, entre outras”, pontuou Oliveira.
“Nós estamos preparando para que cada cidade tenha sua característica e a sua necessidade, vamos apresentar através aqui do Consórcio cada uma com sua demanda. E também as questões dos leilões são mais demorados, a cidade achar que tem que construir um hospital, alguma coisa de impacto na questão do meio ambiente e resíduo sólido, é um pouco mais demorado o leilão”, concluiu.
Ao ser perguntado pelo Divulgação Exata sobre a cidade de Mauá, o presidente e prefeito do município, Marcelo Oliveira, destacou para o investimentos na questão de videomonitoramento para a segurança da população e mobilidade urbana.
“Nós temos um levantamento dessa questão do videomonitoramento e também da mobilidade urbana, se a gente conseguir tudo, passa dos R$ 300 milhões esses investimentos. A gente não sabe se vai conseguir viabilizar todos, desde viadutos, complexos. Monitoramento é um recurso considerável, mas aí nós vamos conversar com o BNDES para saber qual que é a realidade que a gente possa conseguir esses recursos”, destacou.


